A LOT OF SERENDIPITY...

"As coincidências às vezes são soluções que a vida encontra pra mudar o rumo da história."

(Miguel Falabella)

Cada começo de mês, é como um novo ano. Você tem a chance de reavaliar inúmeras coisas das quais mal tem tempo para se questionar durante o mês. É como durante a semana, um corre-corre danado, pra chegar no fim de semana e dar aquela respirada. Ou não, dependendo dos nossos compromissos e obrigações para com nós mesmos ou outros. O que quero dizer, é que independente de outro mês estar começando e nós podermos começar junto à ele, é que não é necessário pensarmos que o começo depende de outra coisa que mova ao começo. Me entende? Tem que começar ou recomeçar, por você. Por mais ninguém. E que junho traga renovações, se mantenha firme no amor, céu limpinho e cheiro de felicidade. E se faltar algum dos quesitos, tão desejados, como ir super bem naquela matéria julgada impossível na faculdade, ou tirar um notão naquela prova, comprar um carro, encontrar alguém que valha à pena, passar no vestibular, morar sozinho: não se desespere. Que cada coisa tem seu tempo. E nós? Nós temos o ano inteiro pra marcar ‘consegui’ ao lado dos nossos objetivos. E fazer valer a pena. Como já estamos fazendo.

Aghata Paredes. (via cher-la-vie)

“Eu não sou legal, não mesmo. Acho que sempre tenho razão e quando minhas previsões dão certo olho com a cara mais abominável do mundo, dou um sorriso irônico e falo o clássico eu-te-avisei. É que, em geral, eu tenho razão. Essa é a primeira –e mais importante – coisa que você precisa aprender a meu respeito. (…) Não sei receber elogios, fico sem saber o que fazer, me atrapalho e acabo trocando de assunto – quando não troco as pernas e tropeço em algum canto de mim. Sorrio para disfarçar desconfortos. Se eu não gosto de você é bem provável que você tenha medo do meu olhar. E eu posso simplesmente não gostar de você de graça. Se eu gostar de você aviso de antemão que você é uma pessoa de sorte. Eu me entrego. Quem vive comigo sabe. Quem convive comigo sente. Eu amo poucos. Mas esses poucos, pode apostar, amo muito.” (Clarissa Corrêa)

“Eu não sou legal, não mesmo. Acho que sempre tenho razão e quando minhas previsões dão certo olho com a cara mais abominável do mundo, dou um sorriso irônico e falo o clássico eu-te-avisei. É que, em geral, eu tenho razão. Essa é a primeira –e mais importante – coisa que você precisa aprender a meu respeito. (…) Não sei receber elogios, fico sem saber o que fazer, me atrapalho e acabo trocando de assunto – quando não troco as pernas e tropeço em algum canto de mim. Sorrio para disfarçar desconfortos. Se eu não gosto de você é bem provável que você tenha medo do meu olhar. E eu posso simplesmente não gostar de você de graça. Se eu gostar de você aviso de antemão que você é uma pessoa de sorte. Eu me entrego. Quem vive comigo sabe. Quem convive comigo sente. Eu amo poucos. Mas esses poucos, pode apostar, amo muito.” (Clarissa Corrêa)

Aprendi do pior jeito que chorar não resolve nada. Chorar não trás ninguém de volta. Não te leva no passado pra consertar coisas que você gostaria de não ter feito. Não te ajuda a fazer certo no futuro. Não vai fazer aparecer um namorado perfeito. Não vai criar uma família perfeita. E mesmo sabendo de tudo isso, eu já chorei na esperança de ter alguém de volta. Chorei quando me arrependi de ter feito muitas coisas. Chorei porque queria fazer diferente no futuro. Chorei porque queria que alguém me amasse de verdade. Chorei porque queria uma família. E nada resolveu. Mas, não sei porque, eu apenas sei, que eu ainda vou chorar muito, e que nada, nada vai se resolver. Porque a vida é assim. A gente tem que chorar até aprender a enxugar lágrimas e sorrir.

Faz Sonhar (via faz-sonhar)

(via faz-sonhar)